Casal é flagrado com 2.707 canetas emagrecedoras na fronteira com o Paraguai
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Um casal foi flagrado na fronteira com o Paraguai, em Foz do Iguaçu, transportando 3.493 unidades de medicamentos irregulares. Entre eles, 2.707 canetas emagrecedoras (como Mounjaro) e substâncias ainda em teste (retatrutida). A apreensão, avaliada em R$ 320 mil, ressalta os riscos à saúde pública pelo comércio ilegal e a Anvisa alerta para compra em farmácias com prescrição.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Um casal abordado na fronteira com o Paraguai, em Foz no Iguaçu, foi flagrado com 3.493 unidades de medicamentos irregulares, principalmente canetas emagrecedoras durante uma vistoria de agentes da Receita Federal. O caso ocorreu em um trecho da BR-277, rodovia que faz a ligação entre Foz do Iguaçu e Curitiba, e foram encontradas 2.707 unidades de canetas emagrecedoras e ampolas do princípio ativo do medicamento Mounjaro, a tirzepatida na dosagem de 15 mg, e retatrutida, uma substância ainda em fase de testes e que não tem aprovação de nenhuma agência regulatória do mundo. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
O caso ocorreu nesta quinta-feira, 2, em São Miguel do Iguaçu durante uma abordagem ao veículo em que estava o casal e uma criança. O carro era alugado e continha garrafas de vinho e produtos eletrônicos que não superavam o limite permitido de 500 dólares por pessoa.
Mesmo assim, houve desconfiança dos agentes sobre a possibilidade de itens escondidos nas portas do carro.
O casal negou, mas uma vistoria detalhada detectou a mercadoria e 786 ampolas de peptídeos e produtos rejuvenescedores. O valor estimado da apreensão foi de 320.702 reais.
Com a descoberta, a dupla confessou que tinha sido contratada para transportar os medicamentos, mas não deu informações sobre o destino dos produtos nem quem iria recebê-los. Eles foram liberados, mas o caso será encaminhado ao Ministério Público Federal (MPF).
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Versões de canetas antiobesidade, também conhecidas como canetas emagrecedoras, têm sido transportadas do Paraguai para o Brasil e, em 2025, 7.479 unidades foram apreendidas. Neste ano, até o momento, foram 108.563, segundo a Folha.
Esse comércio ilegal coloca a saúde da população em risco por vários motivos. Além da falta de garantia de que as canetas e ampolas carregam o princípio ativo verdadeiro, a dosagem e a qualidade são desconhecidas.
Outro ponto é a falta de cumprimento das regras de armazenamento e transporte não só dos distribuidores, mas de quem está fazendo o contrabando.
A recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é de que os medicamentos sejam comprados apenas em farmácias autorizadas e que o uso seja feito apenas com prescrição médica.










