SAÚDE E BEM ESTAR

Sua pressão não baixa por nada? Esse novo tipo de remédio poderá ser a solução

Nova droga: de olho em casos de hipertensão fora de controle ou resistente (divulgação/Thinkstock)

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A FDA aprovou o baxdrostat (Baxfendy), da AstraZeneca, novo remédio para hipertensão nos EUA. Ele inaugura uma classe terapêutica para casos de difícil controle, inibindo a aldosterona. Estudos mostram redução eficaz da pressão arterial, diminuindo riscos cardiovasculares. Ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.

A FDA, a Anvisa americana, acaba de aprovar um novo remédio para hipertensão nos Estados Unidos. Trata-se do baxdrostat, que será vendido com o nome comercial Baxfendy. Desenvolvido pela farmacêutica AstraZeneca, ele será indicado a adultos com pressão alta que não conseguem controlá-la adequadamente com outros medicamentos.
A medicação inaugura uma nova classe terapêutica para a hipertensão: os inibidores da aldosterona sintase. Traduzindo: ele reduz a produção de aldosterona, um hormônio que contribui para a retenção de sal e água no organismo e a elevação persistente da pressão arterial, o que aumenta o risco de doenças cardiovasculares e renais.

A ideia é que o baxdrostat seja combinado com outros medicamentos anti-hipertensivos, e não como substituto automático do tratamento já em curso.

A indicação aprovada tem em vista pessoas com hipertensão que não conseguem domar a pressão arterial com a combinação de drogas convencionais. Na prática, o público-alvo engloba quem tem a chamada hipertensão de difícil controle e a hipertensão resistente – quando a pressão permanece acima da meta mesmo com três ou mais remédios com mecanismos de ação diferentes.
O Baxfendy é um comprimido cujo aval nos EUA se baseia principalmente em um estudo clínico com quase 800 adultos com pressão arterial descontrolada mesmo em uso de tratamentos. Após 12 semanas de uso, o baxdrostat reduziu a pressão arterial sistólica (o primeiro valor da medição no aparelho) em 15 mmHG – ante 5,8 mmHg do grupo que tomou o placebo (pílula sem princípio ativo). Também houve queda na pressão diastólica (o segundo número da medida).

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São efeitos relevantes, porque, em se tratando de hipertensão, mesmo reduções modestas na pressão podem diminuir sensivelmente o risco de AVC, infarto e outras complicações.
Apesar do sinal verde americano, ainda não temos notícias de quando pode acontecer a aprovação do remédio no Brasil.

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