CIÊNCIA

Algoritmo radicaliza política, que se polarizou com “geringonça”, diz Mesquita Nunes

O pessimista de esquerda (“que a direita tolera”) e o optimista da direita (“de que a esquerda gosta”) sentam-se a uma mesa. Sobre o que falam? Inevitavelmente, da “geringonça”. A conversa aconteceu entre Sérgio Sousa Pinto e Adolfo Mesquita Nunes, no lançamento do novo livro do ex-dirigente do CDS: Algoritmocracia – Como a IA está a transformar as nossas democracias. O evento contou com várias figuras da direita, actuais e antigos ministros, e alguns socialistas. O mote era debater a forma como os algoritmos e a Inteligência Artificial (IA) estão a “polarizar” e “condicionar” a liberdade de pensamento, mas, tal como acontece no arranque da obra, a conversa acabou por se centrar no entendimento parlamentar entre PS, BE e PCP em 2015, que é apontado por Mesquita Nunes como uma das causas da crescente polarização e radicalização da política.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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