A atenção de Annie Dillard à natureza bela e cruel
O terrível sugar de uma rã por uma barata-d’água gigante, animais cujos venenos “dissolvem os músculos, os ossos e os órgãos das vítimas”, apanhou Annie Dillard de surpresa. O mesmo aconteceu com o voo de 300 graúnas-de-asa-vermelha a partir de uma laranjeira-de-osage, as derivas aéreas de enormes bandos de estorninhos, o frenesim terrestre de ratos-almiscarados, a vida de rio de vairões e carpas, a existência vagarosa de tulipeiros, freixos, áceres, sassafrases…Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










