Sindicato acusa Lidl de chamar trabalhadores de folga para travar greve
O sindicato dos trabalhadores do comércio acusou nesta sexta-feira, 7 de Novembro, o Lidl de aliciar os trabalhadores a substituírem grevistas na paralisação deste sábado, o que a cadeia de supermercados refutou e garantiu respeitar o direito à greve.”O Lidl está a aliciar os trabalhadores para que no dia 8 de Novembro, dia de greve do sector da distribuição, realizem trabalho suplementar (horas extra), no sentido de substituir os trabalhadores grevistas”, indicou nesta sexta-feira, em comunicado, o CESP — Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal.A estrutura sindical disse ainda que o Lidl está a chamar os trabalhadores em folga para fazerem trabalho extraordinário.O CESP vai avançar com uma participação criminal e junto da ACT — Autoridade para as Condições do Trabalho.Questionado pela Lusa, o Lidl assegurou “respeitar integralmente o direito à greve”, vincando pautar-se pelo cumprimento do Código do Trabalho. Assim, refutou “quaisquer alegações de substituição ilegal de trabalhadores grevistas”.Este sábado, a CGTP realiza, em Lisboa, uma marcha nacional contra o pacote laboral. O CESP emitiu um pré-aviso de greve para os trabalhadores do comércio, escritórios e serviços.










