Não começaram bem as últimas travagens de Miguel Oliveira no Algarve
Penúltima corrida numa máquina de MotoGP, a última em Portugal – pelo menos num futuro próximo. É isto que vive o português Miguel Oliveira neste fim-de-semana e, até ver, não começou especialmente bem. Na corrida 1 do Grande Prémio de Portugal, o piloto de Almada não conduziu a sua Yamaha a mais do que um 16.º lugar na pista de Portimão.O português já sabe que não terá lugar em MotoGP em 2026 e optou por aceitar um lugar nas Superbikes, categoria que recebe muitos “dispensados” da categoria mais renomada.Para já, a despedida de Portugal numa prova de MotoGP deu uma corrida difícil. Oliveira partiu do 19.º lugar, depois de uma qualificação na qual teve dificuldade para acompanhar o ritmo dos mais fortes – as motos Yamaha tiveram, em geral, muitos problemas.Nas 12 voltas da corrida mais curta do fim-de-semana não havia muito a fazer a não ser esperar por problemas alheios e usar o conhecimento da pista para lutar no pelotão. O arranque até foi bom e Oliveira rodou desde cedo no 15.º lugar. O resto da corrida foi tranquila e parca em emoção em torno do português, que ainda veio a perder uma posição na última volta para Franco Morbidelli – sem relevância pontual, já que nas corridas sprint só há pontos até ao nono classificado.Mais à frente, o mais feliz do dia foi Alex Márquez, irmão do já campeão do mundo Marc – que não está no Algarve, devido a lesão. Pedro Acosta e Marco Bezzechi fecharam o pódio.Voltando a Oliveira, o português tem neste domingo, a partir das 13h, a provável despedida do Algarve em MotoGP – não é comum um piloto ter portas abertas ao regresso depois de sair por falta de resultados.Mas não será, ainda assim, a despedida das pistas portuguesas, já que no calendário 2026 de Superbikes haverá tempo para dois regressos a Portugal: há corridas agendadas para o Algarve e o Estoril – a algarvia será a segunda prova do Mundial de Superbikes, em Março, e a do Estoril será a penúltima, em Outubro.










