CIÊNCIA

Em tempos duros, o Teatro Experimental do Porto volta-se para um farol: José Afonso

“Já agora, todo o pessoal que quiser… Não sei se isto costuma ser clássico, ou se é permitido ou se não é permitido — quem quiser vir para aqui cantar com a gente…” De repente, José Afonso tem consigo uma série de camaradas, mãos colocadas nos ombros uns dos outros, no palco do Coliseu dos Recreios, em Lisboa. Quanto aos que se deixaram ficar nos seus lugares, ou por não haver espaço para todos lá em cima ou por timidez, não é que estejam menos envolvidos no momento: a esmagadora maioria do público está em pé para aquele que é o encerramento do espectáculo. A câmara da RTP, a partir da plateia, suspende o tempo na sua lenta rotação de quase 360 graus, mostrando uns quantos punhos cerrados e erguidos, mostrando uma sala inteira a cantar a cappella. “Em cada esquina um amigo…”Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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