A principal diferença entre o Ozempic original e a primeira caneta similar brasileira de ação semanal
Nova medicação: ela não é um genérico (Tatsiana Volkava/Getty Images)
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A Anvisa aprovou o Ozivy, a primeira caneta de semaglutida sintética da EMS análoga ao Ozempic, para tratamento de diabetes tipo 2. Diferente do original, é produzido por síntese química e tem indicação para adultos com glicemia insuficientemente controlada. Saiba o que o torna um “medicamento novo” e as características de uso.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
A Anvisa aprovou o registro do Ozivy, primeira caneta de semaglutida sintética análoga ao Ozempic liberada para comercialização no país.
O medicamento, registrado pela EMS, usa o mesmo princípio ativo do Ozempic, mas é produzido por síntese química, e não por processo biológico, como no medicamento de base da Novo Nordisk.
A indicação aprovada é para adultos com diabetes tipo 2 insuficientemente controlado, sempre como complemento à dieta e à prática de exercícios. Ele poderá ser usado sozinho quando a metformina – uma droga para o equilíbrio da glicemia – não for adequada por intolerância ou contraindicação, ou em associação a outros remédios para diabetes.
O Ozivy será aplicado uma vez por semana, por meio de caneta preenchida. Diferentemente do Ozempic, deverá ser mantido em geladeira, entre 2 °C e 8 °C, antes e depois do início do uso.
Apesar da comparação com o Ozempic, a Anvisa destaca que o Ozivy não é genérico. Ele foi classificado como um medicamento novo, por ser um análogo sintético de um produto biológico.
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A venda ainda depende da definição de preço pela comissão responsável junto ao governo, a CMED, e a chegada às farmácias ficará a critério da empresa.









