Falhas de medicamentos tornaram-se um “risco estrutural” e obrigaram a mudanças de terapêutica nos hospitais
Em 31 hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS), mais de metade (61%) sofreu no ano passado um “impacto grave nos cuidados prestados” provocado por rupturas de stock de medicamentos. Há mais: em 23% dos casos em que se verificaram rupturas, foi necessário alterar a terapêutica por indisponibilidade do medicamento. Os dados constam do estudo Índex Nacional do Acesso ao Medicamento Hospitalar, relativo a 2024, desenvolvido pela Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH) que ouviu 31 de um universo alvo de 43 unidades hospitalares.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










