Da Argentina para o Alentejo, o Doclisboa premeia a dobrar
O palmarés do Doclisboa 2025 faz-se, por acaso mas com pontaria, com duas duplas de cineastas. Na Competição Internacional, o prémio máximo foi para os argentinos Ezequiel Solinas e Ramiro Sonzini, realizadores, argumentistas, directores de fotografia e montadores, pela sua ficção La noche está marchandose ya, filme cinéfilo por excelência, que reflecte o actual estado do cinema no viveiro argentino. (Já no ano passado um outro nome deste país, Lucía Seles, tinha ganhado o Prémio do Júri com Fire Supply.) Na Competição Portuguesa, o vencedor foi Água Mãe, da luso-romena Rossana Torres e do japonês Hiroatsu Suzuki, que rodaram essencialmente a dois este oásis de calmaria e observação à volta de longos planos fixos na região de Mértola. É a segunda vitória que Suzuki e Torres ganham no concurso português, depois de Terra em 2018.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










