O capitalismo “está morto”, mas Varoufakis não está contente: entrámos no tecnofeudalismo
Década de 1770. A vida corria mais ou menos como dantes em vários lugares da Europa. Homens ricos dominavam as zonas rurais e quarteirões urbanos, comandavam exércitos e marinhas. A renda das terras continuava a ser a força económica mais poderosa. Para onde olhássemos, víamos o que ainda podia ser descrito, em termos económicos, como uma forma de feudalismo, mesmo que esse sistema social, económico e político já estivesse teoricamente morto. Noutros sítios, as nuvens de fumo lançadas pelas fábricas alimentadas pelas primeiras máquinas a vapor poderiam levar alguém a falar em “feudalismo industrial” ou “feudalismo de mercado”, mas observadores perspicazes chamaram “capitalismo” a este emergente sistema económico e abriram os olhos da humanidade para a “grande transformação” que estava a acontecer.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










