<em>O Filho de Mil Homens</em>, versão filme Netflix, sugere outra “referência de masculino”
Quem tem direito a ser o que é, e o que quer ser? O Filho de Mil Homens, versão filme Netflix, faz esta pergunta. O Filho de Mil Homens, o romance de Valter Hugo Mãe, era uma espécie de resposta à questão hesitante do escritor de que “talvez não fosse um disparate ter um filho”, como explicava ao PÚBLICO em 2011. Onde isso já vai. Entretanto o seu romance foi peça de teatro e mote de exposição e torna-se agora um filme made in Brasil realizado por Daniel Rezende e protagonizado por Rodrigo Santoro. Todo um realismo mágico a puxar às emoções, os capítulos/contos do livro transformados numa intriga imbricada que persegue um objectivo: “Falar sobre o alargamento do conceito de família”, diz o realizador ao PÚBLICO, da família como “um lugar”, “uma rede de afecto”.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










