“Sustentabilidade a todo o custo não é exequível”: Galp recua e volta a procurar mais poços de petróleo
A plataforma de 370 metros de comprimento, denominada Bacalhau, começou a estar ligada a um poço de petróleo há uma semana. Ali estará anos a flutuar, a retirar a matéria-prima das águas do sudeste brasileiro. Mas demorou: a licença para a prospecção naquele bloco veio há 25 anos. Só agora se começam a tirar proveitos do maior investimento alguma vez feito pela petrolífera portuguesa, que também espera conseguir, este ano, um parceiro na Namíbia para outro projecto de monta. Na Galp, já não há medo de assumir que, afinal, a procura de petróleo continua a fazer parte do seu negócio.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










