SAÚDE E BEM ESTAR

São Paulo confirma 12ª morte por bebida alcoólica adulterada com metanol

Metanol: Brasil contabiliza 17 mortes por bebidas adulteradas (Governo do Estado de São Paulo/Divulgação)

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O estado de São Paulo confirmou a 12ª morte associada à ingestão de bebida alcoólica adulterada com metanol. A informação consta em boletim divulgado nesta quarta-feira, 4, pelo governo paulista.
A vítima mais recente é Willian de Souza Turvollo, de 26 anos, morador de Mauá, na região metropolitana. O jovem teria sido atendido inicialmente em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no dia 19 de janeiro e, no dia seguinte, transferido para o Hospital de Clínicas Dr. Radamés Nardini. Willian morreu dez dias depois, em 29 de janeiro. A investigação epidemiológica do município apontou o consumo de vodca.

Em nota, a Secretaria de Saúde de Mauá informou que a Vigilância Sanitária e a Polícia Civil realizaram uma ação conjunta no local onde a bebida foi consumida — uma adega situada no Jardim Canadá. No estabelecimento, foram apreendidas garrafas da bebida alcoólica supostamente ingerida pelo jovem. O material foi encaminhado ao Instituto de Criminalística para análise laboratorial, que deverá analisar a presença de metanol.
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) afirmou que o caso está sob investigação.

País contabiliza 17 óbitos no total

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De acordo com boletim da Secretaria de Saúde, o estado de São Paulo soma 52 casos confirmados de intoxicação por metanol. As mortes confirmadas estão distribuídas da seguinte forma:

Jundiaí: um homem de 37 anos
Mauá: um homem de 26 anos
São Paulo (capital): quatro homens, de 26, 45, 48 e 54 anos
São Bernardo do Campo: uma mulher de 30 anos e um homem de 62 anos
Sorocaba: um homem de 26 anos
Osasco: dois homens, de 23 e 25 anos, e uma mulher de 27 anos

Além desses casos, o governo paulista investiga outras quatro mortes com suspeita de relação com a intoxicação por metanol: uma em Guariba, de uma vítima de 39 anos; uma em São José dos Campos, de 31 anos; e duas em Cajamar, de pessoas de 29 e 38 anos.
Até o momento, o país contabiliza 17 óbitos, a maioria deles registrada no estado de São Paulo.

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