Parte da História de Lisboa, a Torre do Galo da Ajuda está há anos a degradar-se
A poucos metros do Palácio Nacional da Ajuda, rodeada por carros estacionados, há uma torre solitária que tem um galo ao cimo. O ambiente é de silêncio: os sinos já não tocam e o relógio há muito que deixou de funcionar. As portas mostram sinais de que não são usadas e a pedra que reveste a construção tem um aspecto degradado. À sua volta, há grades que impedem grandes aproximações, por segurança. Olhando pelo horizonte, mesmo sem subir à torre, vê-se o Tejo.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










