Em Angola, “a geração que nasceu livre não tem cicatrizes coloniais”
Angola assinala neste 11 de Novembro meio século do fim do seu passado colonial com 60% dos seus 35 milhões de habitantes com menos de 25 anos e aparentemente sem muitos ressentimentos em relação a Portugal, a antiga potência colonial. Há uma maioria de população jovem que, aos 50 anos da independência, “prefere aceitar a história como parte da identidade nacional, reconhecendo que o país não precisa de apagar o que foi para afirmar o que é”, como explica o sociólogo David Boio. “A geração que nasceu livre não tem cicatrizes coloniais”, afirma o jornalista Borralho Ndomba – “Tem sonhos e, sobretudo, tem pressa de ver os seus sonhos realizados.”Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.









