Dissolução do Parlamento por demissão do primeiro-ministro? Pode voltar a acontecer
Cumprem-se esta sexta-feira dois anos desde que a “Operação Influencer” abriu uma crise política no país, que derrubou a maioria absoluta do PS e pôs fim a quase uma década de governação socialista. Implicado num parágrafo da Procuradoria-Geral da República sobre a investigação, António Costa demitiu-se e, consequentemente, Marcelo Rebelo de Sousa dissolveu o Parlamento. Nada obriga a que o Presidente da República convoque eleições antecipadas perante a saída do primeiro-ministro. Mas o cenário poderá repetir-se no futuro: vários candidatos às presidenciais de Janeiro admitem que fariam o mesmo.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










