A dor que elas consomem e quase ninguém vê: uma história de mulheres utilizadoras de drogas
Cristina Barbosa reaprendeu numa sala de ensaios de teatro aquilo que vida a fizera esquecer. “Somos todas iguais.” A frase é revolução numa geografia onde rareiam delicadezas e se multiplicam vidas estilhaçadas. “Aqui dentro não há consumidoras e funcionárias, somos só mulheres. E somos iguais.” Não é um pormenor para ela, sabedora do preconceito e rispidez dos dias para lá das quatro paredes da “casa” do projecto de criação teatral Mulheres em Cena, feito com frequentadoras da sala de consumo assistido do Porto. “Saio daqui e o mundo é outra coisa…”Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










