Pela boca morre a ministra
Estávamos em janeiro de 2024, quase há dois anos, quando Montenegro anunciou com a habitual prosápia um plano de emergência para a saúde, para aplicar nos primeiros 60 dias de governação. Uma vez eleito primeiro-ministro, o dito programa foi aprovado e garantiu-nos que, já com Ana Paula Martins aos comandos, “os portugueses iriam ter razões para confiar no SNS”. Ano e meio decorrido, os problemas do sistema de saúde acotovelam-se, a ministra desdobra-se em declarações contraditórias e para o primeiro-ministro tudo se reduz a uma “querela comunicacional”.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










