O sangue em <em> Alpha</em>, de Julia Ducournau
Depois do “sucesso de estima” de Grave e da polémica Palma de Ouro de Cannes por Titane, Julia Ducournau aceitou o desafio de dar um passo em frente e de propor um filme mais maduro, que não encaixasse facilmente nas gavetas do cinema de género que ajudaram a propulsioná-la para a primeira linha das jovens cineastas francesas. Alpha é, efectivamente, outra coisa, e está longe de ser Titane n.º 2: se continua o fascínio da cineasta pelas personagens “à margem” do normal, pela família como entidade ambígua que protege e expulsa, Ducournau explora aqui a ideia do “sangue mais forte do que a água” através de uma narrativa onírica flutuando entre tempos que se confundem e convergem.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










