O amor de Sam The Kid pela música ainda não tem fim
Um homem, Napoleão Mira, curvado sobre um disco de vinil, com os olhos semicerrados. Durante décadas, a fotografia esteve esquecida num álbum de família, como tantas outras. Até que Sam, o filho, a meteu na capa de Beats Vol. 1: Amor, conferindo uma nova carga semiótica àquele registo doméstico. Sexta-feira, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, Napoleão voltou a curvar-se perante um álbum de Isaac Hayes, na primeira apresentação ao vivo de Beats Vol. 1: Amor, 23 anos depois da sua edição pela Loop:Recordings.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










