TECNOLOGIA

Kimi Djabaté, mestre griot que partiu mundo fora, celebra 25 anos de carreira em Lisboa

A música seria uma inevitabilidade da sua vida. Afinal, nasceu em Tabato, no interior da Guiné-Bissau, uma aldeia de griots, os guardiães da cultura tradicional na África ocidental. Aos três anos, já aprendia o balafon, xilofone de madeira de que é hoje um mestre, pouco depois começaria a animar casamentos com o seu instrumento. A música era-lhe inevitável, mas Kimi Djabaté não imaginava que, com ela, chegaria aqui.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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