87Há muito que a Universidade Púnguè (UniPúnguè) surpreende com acções inusitadas e que colocam-na num patamar que ultrapassa a esfera de mera academia, onde apenas se busca o conhecimento científico e o canudo sem alma.Um dos exemplos foi a criação de um lugar a que a reitora, Emília Nhalevilo, entendeu dar um sugestivo e fofo nome de “Bebeteca”, no lugar de creche, espaço no qual as estudantes, docentes e funcionárias podem deixar os seus filhos menores e atenderem às suas tarefas académicas tendo-os a um palmo para amamentar, trocar-lhes as fraldas e manterem um afecto que só a maternidade pode oferecer.Passado cerca de um ano, a UniPúnguè soltou mais “um coelho da cartola” na última sexta-feira, ao realizar um casamento colectivo de três funcionários, nomeadamente Isabel Narcésia, que é assessora da reitora para a área jurídica, Naisson Gudo, chefe de Repartição de Inventário, e Mouzinho José, técnico da Unidade Gestora Executora das Aquisições (UGEA).Como “cereja no topo do bolo”, Emília Nhalevilo e a sua equipa escolheram a governadora da província, Francisca Tomás, para madrinha da iniciativa, posição que assumiu com total entrega a ponto de dedicar o dia inteiro para acompanhar a cerimónia e deixar conselhos espontâneos e oportunos.Por exemplo, apelou aos três casais para que, doravante, resolvam os seus problemas dentro do seu habitáculo e nunca os exponham aos filhos, que podem desenvolver traumas, aos irmãos e pais, amigos, colegas, vizinhos, porque, no fim do dia, compete ao casal enfrentar os seus desafios e dilemas. Leia mais…