SAÚDE E BEM ESTAR

Doença vaginal que afeta uma em cada quatro brasileiras pode ser contornada com novo suplemento

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A Libbs lança Zaila, um probiótico oral inovador para a saúde íntima feminina. Ele previne a vaginose, condição comum que afeta 25% das brasileiras, e reequilibra a microbiota vaginal com lactobacilos, oferecendo uma solução para evitar a recorrência e melhorar o bem-estar.

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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.

Nosso corpo também é formado por microrganismos, e manter a harmonia dessas comunidades espalhadas dos pés à cabeça tem sido associado à prevenção de inúmeras doenças. Isso vale para a chamada microbiota intestinal, mas também para a flora cutânea e a vaginal.
De olho na necessidade de equilibrar o conjunto de bactérias e fungos que habitam naturalmente a região íntima feminina, a farmacêutica Libbs acaba de lançar um probiótico que contribui para evitar problemas vaginais. Um dos objetivos do suplemento em cápsulas é reduzir o risco ou a recorrência de uma doença causada por bactérias, a vaginose.

Segundo revisão de estudos publicada pela Universidade Federal de Goiás (UFG), 25% das mulheres brasileiras em idade reprodutiva tendem a encarar a condição em algum momento.

A vaginose dá as caras quando bactérias como a Gardnerella vaginalis passam a se proliferar desenfreadamente. Esse fenômeno está ligado tanto ao desbalanço na comunidade microbiana local como a alterações na imunidade e a hábitos sexuais.
O novo probiótico de uso oral, indicado a partir dos 19 anos de idade, busca colocar em cena dois tipos de lactobacilo bem-vindos à microbiota da mulher brasileira. Bactérias desse gênero, que costumam ser maioria numa flora vaginal equilibrada,  produzem ácido lático e peróxido de hidrogênio, o que mantém o pH local ácido e inibe a multiplicação dos micróbios de potencial nocivo.

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Os sintomas mais comuns da vaginose são coceira, ardência, desconforto ao urinar e corrimento vaginal de odor ruim. Pesquisas apontam que a taxa de recorrência é alta e hoje se sabe que os antibióticos, o tratamento padrão, também podem repercutir negativamente na microbiota local.
O probiótico da Libbs, lançado como Zaila e fruto de uma série de estudos, busca justamente evitar que esse cenário surja e se repita, prevenindo não só os impactos físicos e complicações à região íntima como mitigando consequências à autoestima e à vida psíquica e social da mulher.
“O produto auxilia na restauração da microbiota vaginal e contribui para reduzir a recorrência de problemas como vaginoses, também atuando como coadjuvante ao tratamento”, diz a ginecologista Thalita Domenich, especialista do laboratório brasileiro.

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O suplemento pode ser comprado sem receita médica, mas o ideal é que seja utilizado sob orientação de um profissional. Mulheres que sofrem com vaginoses e outras infecções ligadas ao desequilíbrio da flora vaginal de forma recorrente são as principais candidatas a tirar proveito da novidade, que é contraindicada a gestantes, meninas abaixo de 19 anos e pessoas com a imunidade comprometida.
As caixas com 30 cápsulas já estão à venda nas farmácias do país; o preço varia de 155 a 180 reais, a depender da rede ou estabelecimento.

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