‘Para ser um recordista mundial de maratona, você precisa fazer parte desse seleto grupo’, diz fisiologista
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Sebastian Sawe fez história ao completar uma maratona em tempo recorde (1h59min30s), o primeiro a quebrar a barreira das 2h em prova oficial. O feito acende o debate sobre o diferencial fisiológico de atletas quenianos e etíopes, e a evolução do corpo humano e técnicas de treinamento.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
O atleta queniano Sebastian Sawe, de 30 anos, fez história no último domingo, 26, ao completar uma maratona oficial em menos de 2 horas. Ele venceu a prova de Londres de 42,195 km em 1 hora 59 minutos e 30 segundos, quebrando o recorde anterior, do queniano Kelvin Kiptum.
O segundo colocado, o etíope Yomif Kejelcha, também cruzou a linha de chegada em menos de 2 horas, numa prova acirrada entre os dois africanos.
O feito levanta a questão do que esses seres humanos teriam de especial para uma conquista dessa magnitude. Teriam habilidades fisiológicas “sobrenaturais”? O calçado faria tanta diferença? Suplementação?
“Essa marca, que vinha sendo perseguida em eventos oficiais há muitos anos, mostra que a máquina do corpo humano continua em evolução, assim como os métodos de treinamento, as estratégias de recuperação e os equipamentos esportivos”, diz o educador físico Diego Leite de Barros, especialista em fisiologia do exercício.
“Mas o maior diferencial é de onde vem esses corredores. Os principais recordistas da atualidade são da Etiópia ou do Quênia. E isso não é uma coincidência”, afirma.
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No vídeo a seguir, o expert explica por que atletas como Sawe ostentam um trunfo fisiológico, além da evolução do suporte técnico, para conquistar o pódio.










