PANGEA CULTURAL

A instigante marca deixada em cartórios em meio à morte de Manoel Carlos

Manoel Carlos e Júlia Almeida (Instagram/Reprodução)

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A morte de Manoel Carlos, no sábado, 10, aos 92 anos, reacendeu a memória afetiva do público, além de reacender uma curiosa marca dos cartórios. No Rio, Helena foi o nome mais registrado em 2025: 2.457 bebês. As protagonistas criadas por Maneco atravessaram décadas da TV e ajudaram a transformar o nome em símbolo cultural. “As novelas sempre exerceram um papel fundamental na construção cultural do Brasil. Presentes no dia a dia das famílias, elas espelham valores e comportamentos e também impactam decisões bastante pessoais, como a escolha do nome dos filhos”, diz Celso Belmiro, presidente da Anoreg-Brasil. “Personagens emblemáticos, a exemplo das ‘Helenas’ criadas por Manoel Carlos, atravessam diferentes gerações e permanecem vivos no imaginário coletivo”, continua.
Ao todo, Maneco apresentou ao público nove Helenas, sendo a primeira interpretada por Lilian Lemmertz em Baila Comigo, de 1981, e a última em 2014, com Júlia Lemmertz, no drama de Em Família.

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