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A dupla jornada de Evelyn Bastos, rainha da Mangueira no Carnaval

Evelyn Bastos (@evelynbastosoficial/Instagram)

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Evelyn Bastos, rainha da Mangueira e 1ª mulher diretora cultural da Liesa, vive dupla jornada pré-Carnaval. Após 13 anos de Sapucaí, ela dá conselhos de veterana sobre a importância de ser da comunidade e ter história na escola, direcionando também para estreantes como Virginia Fonseca.

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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.

O batente pré-carnavalesco de Evelyn Bastos, 32 anos, envolve uma dupla jornada. Além de ensaios exaustivos para empunhar o cetro de rainha de bateria no desfile da Mangueira, ela encara a função de diretora cultural da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), sendo a primeira mulher a fincar os saltos neste universo para lá de masculino. “Esse é o momento de maior responsabilidade para quem ama samba”, diz. Após treze anos atravessando a carioca Marquês de Sapucaí, ela dá lições de veterana à influenciadora Virginia Fonseca, que desfrutará de mesmo protagonismo em sua estreia na Grande Rio. “É preciso ser da comunidade, ter relação com sua gente e uma história vivida 100% na escola. Sem isso, simplesmente não faz sentido”, completa Evelyn, do alto de sua majestade.
Com reportagem de Giovanna Fraguito e Nara Boechat

Publicado em VEJA de 6 de fevereiro de 2026, edição nº 2981

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