João Paulo Esteves da Silva volta a gravar em quarteto, 30 anos depois, com <em>País Distante</em>
Foi com um disco gravado em quarteto que o pianista e compositor João Paulo Esteves da Silva se estreou, em 1995. O disco chamava-se Serra Sem Fim, e com ele, ao piano, estavam Jorge Reis (saxofone), Mário Franco (contrabaixo) e José Salgueiro (bateria). Passados 30 anos desse álbum (há muito esgotado), João Paulo voltou a reunir novo quarteto e gravou em França País Distante, que além dele e de José Salgueiro (ambos da formação inicial), conta com Julian Argüelles (saxofones tenor e soprano) e Rodrigo Correia (contrabaixo).Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










