“Poupança de longo prazo não é fácil de fazer, precisa de um empurrãozinho fiscal”
As propostas de Bruxelas para incentivar a poupança para a reforma são importantes para a Europa e “maioritariamente para Portugal”, defende Valdemar Duarte, director-geral da Ageas Pensões, em entrevista ao PÚBLICO. Para este gestor, as orientações apresentadas na semana passada já não trouxeram grandes novidades, dada a sua participação em várias estruturas representativas do sector que oferece os instrumentos de poupança de longo prazo. É membro da direcção da Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios (APFIPP), mas também de estruturas europeias, como o OPSG – The Occupational Pensions Stakeholder Group, da Autoridade Europeia dos Seguros e Pensões Complementares de Reforma (EIOPA), ou ainda da federação europeia PensionsEurope, que foram ouvidas na preparação do “pacote” anunciado pela comissária portuguesa Maria Luís Albuquerque. “A poupança de longo prazo não é fácil de fazer”, admite, considerando que “o quadro fiscal tem de lhe dar um empurrãozinho”.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










