Até os iranianos admiram Susana de Sousa Dias
Na edição do Festival Internacional de Documentário de Amesterdão (IDFA, na sigla original) que terminou este domingo, aquele que é um dos mais prestigiados encontros europeus do cinema documental dedicou uma retrospectiva integral à sua convidada de honra: a portuguesa Susana de Sousa Dias (Lisboa, 1962). Para além das médias-metragens Processo-Crime 141/53 — Enfermeiras no Estado Novo (2000) e Fordlandia Malaise (2019) e das longas Natureza Morta (2005), 48 (2009), Luz Obscura (2017) e Viagem ao Sol (2021), revelações da vida sob o Estado Novo a partir de materiais de arquivo, a realizadora estreou dois novos filmes que “completam” obras anteriores: a média-metragem Pós-Processo-Crime, novo olhar, 25 anos depois, sobre o caso verídico que deu azo a Processo-Crime 141/53, e a longa Fordlandia Panacea, segundo filme inspirado pela sua atracção pela “cidade-estado” que o industrial Henry Ford construiu em 1928 na Amazónia para produzir borracha para os seus carros.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










