CIÊNCIA

Em Mouriscas, apadrinham-se oliveiras para manter vivo o olival

Com pouco mais que 1400 habitantes, o Tejo faz companhia à aldeia de Mouriscas, em Abrantes. Na Oliveira do Mouchão, o vento que sacode as laranjeiras e as vinhas que se vêem é prenúncio de um Outono que demora a chegar. “Cheira-me que ainda vai chover”, aponta Diogo Ferreira franzindo o sobrolho para as nuvens que se juntam, num dia de final de Outubro. “Uma árvore de séculos sabe muito sobre o tempo”, dizem os versos de José Luís Peixoto, inscritos em pedra ao lado da oliveira mais antiga de Portugal e da Península Ibérica. Com 3350 anos, só esta saberá que guardam as nuvens.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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