A Ucrânia perante escolhas impossíveis
A divulgação do plano de paz para a Ucrânia negociado entre enviados de Donald Trump e Vladimir Putin devolveu à guerra que se arrasta há quase quatro anos uma sensação de urgência que não se sentia há meses. Não apenas porque o documento de 28 pontos coloca a Ucrânia perante escolhas existenciais — ou abdica de parte da sua soberania ou arrisca-se a perder o apoio do seu aliado decisivo, os Estados Unidos —, mas porque é uma solução imposta, construída nas costas de Kiev e das capitais europeias, que aproximaria o continente do risco estratégico que há anos procura evitar.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










