Francisco Thiago Cavalcanti faz do canto colectivo um acto de sobrevivência
Diz o próprio Francisco Thiago Cavalcanti que Cantar, espectáculo de dança deste artista brasileiro e do seu colectivo um cavalo disse mamãe, é sobre Gal Costa e o seu disco homónimo de 1974 (faltavam ainda 11 anos para o fim da ditadura militar brasileira), mas não é sobre Gal Costa. É sobre baleias, mas é também sobre um circo que ardeu. É, acima de tudo, sobre o que é isto de estarmos juntos. Sobre a necessidade de entreajuda num planeta que caminha para o colapso, político e climático.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










