TECNOLOGIA

Sem telemóvel não se vai à China

A tarde foi caminhando pelas ruelas dos antigos bairros Hutong, que continuam a sobreviver para desorientação de uma sociedade igualitária que em tempos foi imposta à força. Do comunismo restam algumas pedras empilhadas em forma de casas pacatas, cheias de carisma, pouco espaço e casas de banho comunitárias, às vezes longe demais, às vezes inacessíveis. As ruas enchem-se de mesas comunitárias onde se jogam cartas e outros jogos que preenchem os dias e exercitam a mente. Os parques inundam-se de locais que se apropriam convenientemente do espaço, para nele fazer os mais variados desportos e danças. Este é o encanto de uma sociedade que cresceu a cuidar do corpo, da mente, do próximo e do espaço colectivo que é sobretudo casa.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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