CIÊNCIA
Neste hospital, os animais visitam os donos internados: “Eles também são família”
Não passava um dia sem que Luísa Cardoso, de 87 anos, saísse à rua para passear a sua cadelinha Violeta: às seis da manhã, a pequena cadela castanha acordava a dona com lambidelas na cara e fazia-a sair da cama para que saíssem porta fora. Luísa passeava-a fora de casa quatro vezes por dia: de manhã, ao almoço, à tarde e à noite. Por vezes, até saía mais cedo do café com as amigas para ir ter com a Violeta.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










