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<em>Herscht 07769</em>, de László Krasznahorkai: o som subterrâneo do fim

A versão portuguesa do mais recente romance de László Krasznahorkai coincidiu com a atribuição do Nobel da Literatura deste ano ao autor húngaro e isso mudou tudo, pelo menos a curto prazo. Até Outubro passado, László Krasznahorkai tinha apenas um livro publicado em Portugal (O Tango de Satanás, Antígona) e um culto que mantinha o seu nome quase impronunciável e irreconhecível, ainda que andasse pelo topo das listas de nobelizáveis nos últimos anos. Difícil, catastrófico e sombrio eram alguns dos rótulos sempre associados à sua literatura. O anúncio da Academia Sueca não mudou em nada esse selo de quase inacessibilidade, mas fez aumentar o número de curiosos dispostos a entrar no mundo de László Krasznahorkai, sobretudo a partir deste novíssimo Herscht 07769.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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