Ser português ou o regresso ao velho normal
A Lei da Nacionalidade recentemente aprovada na Assembleia da República (por larga maioria) traduz um regresso sereno, mas firme, a um princípio de evidência básica que deve nortear a vida de todos os povos — só pode ser naturalizado quem revelar ter adquirido ligação efetiva à comunidade nacional. Ser português é, a esta luz, o resultado de um caminho de integração do estrangeiro na comunidade nacional, e não o reconhecimento precipitado de um estatuto político que procura promover a integração dos imigrantes no país. Numa palavra: primeiro a integração efetiva e só depois a nacionalidade.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










