Candidatos dividem-se sobre reforma laboral: do “retrocesso histórico” aos apelos ao diálogo
Enquanto António José Seguro diz que a reforma laboral é um assunto dos partidos e não de Belém, Catarina Martins afirma que se fosse Presidente da República pediria fiscalização preventiva ao Tribunal Constitucional – e Jorge Pinto garante que vetaria o pacote legislativo. António Filipe fala num “retrocesso histórico”, enquanto Luís Marques Mendes acredita que haverá condições para uma “nova negociação” entre Governo e sindicatos após a greve geral de 11 de Dezembro. Henrique Gouveia e Melo e João Cotrim de Figueiredo concordam que é preciso “flexibilizar a lei” e André Ventura – que é simultaneamente líder do segundo maior partido na Assembleia da República – prefere assinalar que está disponível para um acordo com o executivo, em vez de falar como candidato à Presidência.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










