Louvre vai aplicar “medidas de emergência”, mas sem reforço de meios humanos
O Museu do Louvre vai passar a ter um coordenador de segurança e uma comissão de gestão de segurança, instalar novos equipamentos de vigilância nas ruas que delimitam o seu imenso complexo e acelerar a instalação de dispositivos anti-arrombamento. Na sequência do mediático assalto de 19 de Outubro, o museu mais visitado do mundo foi instado pelo Governo francês a melhorar os seus procedimentos de segurança. As “medidas de emergência” anunciadas na sexta-feira não passam pelo reforço de pessoal, uma opção que os sindicatos já vieram lamentar.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










