TECNOLOGIA
Taina Tervonen conta a história de quem vela pelos migrantes que se fazem ao mar
Esta história começa com um naufrágio numa sala de estar em Paris. A autora, Taina Tervonen, assistia impotente à corrente de mensagens que formavam o primeiro naufrágio a que assiste em directo. “A Marinha marroquina não os encontra”, lê-se numa. Seguem-se contas difíceis: dez sobreviventes, dois corpos, um número não revelado de desaparecidos.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










