Tarefeiros optam agora pelo silêncio, mas insistem em reunir-se com ministra da Saúde
O movimento de prestadores de serviços do SNS que ameaça paralisar as urgências hospitalares já terá pedido uma reunião à ministra Ana Paula Martins, mas o Ministério da Saúde fez saber que “só se pode reunir e negociar com associações socioprofissionais legalmente constituídas”. Porém, esta formalidade já foi ultrapassada no passado durante o movimento Greve Cirúrgica pela antiga ministra Marta Temido, que hoje pede uma reflexão sobre como lidar com estes movimentos inorgânicos. “Percebo que há questões de legitimidade, mas também percebo que temos de nos adaptar aos tempos em que vivemos. Não podemos ignorar que já houve revoluções convocadas por WhatsApp”, afirma ao PÚBLICO a ex-governante.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










