DESPORTO

Comparticipar medicamentos para obesos em estado grave custaria 600 milhões de euros num ano

Se o Estado comparticipasse a 90% os medicamentos para tratar todos os casos mais graves de obesidade (grau II e III), a despesa “seria superior a 600 milhões de euros por ano”, cinco vezes mais do que o encargo com as doenças cérebro-cardiovasculares, que “por ano ronda os 115 milhões de euros”, segundo uma análise preliminar realizada pelo Infarmed aos impactos financeiros da comparticipação.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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