Depois do fascismo, o capitalismo selvagem no Bertolt Brecht do Teatro da Didascália
Quando, há exactamente dois anos, o Teatro da Didascália estreou a sua versão de A Ascensão de Arturo Ui, de Bertolt Brecht, a ideia de dali a não muito tempo regressar ao histórico dramaturgo alemão já existia. “Estas duas peças, A Ascensão de Arturo Ui e Santa Joana dos Matadouros, andavam na minha cabeça desde 2020”, diz ao PÚBLICO o encenador Bruno Martins. “Creio que as duas, politicamente e socialmente, dialogam bem com os tempos que vivemos.”Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










