Samanta Schweblin: “A literatura é uma flecha muito cirúrgica e é emocional”
“Falo depressa?”, interroga a meio da conversa, quando segue num fluxo onde intercala história pessoal, processo criativo, análise política, e o acto de ler enquanto necessário e imprescindível para que haja literatura. Esta é a premissa criativa da escritora argentina Samanta Schweblin (Buenos Aires, 1978), parte de uma geração de autores latino-americanos que exploram as fissuras e as ambiguidades da realidade. Em O Bom Mal, a sua mais recente colectânea de contos, Schweblin aprofunda essa estética precisa e silenciosa onde o incómodo se transforma em experiência estética.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










