Foi há 100 anos que o vereador Guisado criou o primeiro crematório de Portugal
Em 1925, Custódio dos Santos, um jovem de 26 anos, morria no Hospital de São José por tuberculose pulmonar. O seu corpo foi entregue à Faculdade de Medicina para as lições de anatomia e depois libertado para vir a ser sepultado na vala comum do Cemitério do Alto de São João, em Lisboa. Como não foi reclamado, devido a questões familiares, a 28 de Novembro acaba por ser permitido que seja usado para se “testar” o primeiro forno crematório em Portugal. A sua mãe soube que tal tinha acontecido, insurgiu-se e o vereador da Câmara de Lisboa, Alfredo Guisado, responsável pelo assunto, teve de dar explicações sobre o sucedido. Ainda hoje as cinzas do jovem permanecem no mesmo cemitério com a indicação “Primeira Incineração em Portugal”.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










