Vieira da Silva, a pintora que escolheu ser abstracta, mostra-se em Bilbau
A curadora da retrospectiva sobre Maria Helena Vieira da Silva inaugurada na semana passada no Museu Guggenheim, em Bilbau, pede para nos aproximarmos da pintura A Cidade Nocturna, realizada em 1950, para sentirmos o peculiar sentido de humor da artista. “Há um pequeno pássaro escondido na pintura”, revela Flavia Frigeri, pedindo que nos foquemos num pormenor oculto desta obra dedicada a Paris que também tem como título As Luzes da Cidade.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










