Elisabeth Gomis: “Pouco a pouco estamos a apagar o olhar descendente sobre África”
Elisabeth “Liz” Gomis é uma figura-chave das portas que a França de Emmanuel Macron, e da imensa diáspora negra que resultou dos trânsitos coloniais e pós-coloniais, quer manter abertas no continente africano. Chamada, em 2017, a integrar o Conselho Presidencial para África, onde teve a seu cargo as questões culturais, foi produtora da Temporada França-África de 2020 e é hoje a directora de uma instituição sem precedentes acabada de inaugurar em Paris, a MansA – Maison des Mondes Africains.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










