Descobrimos outra festa na cabeça de Tame Impala no novo <em>Deadbeat</em>
Já estava à vista de todos no álbum de estreia, Innerspeaker. Estava em Solitude is bliss, título que era todo um programa, e na frase mil vezes citada deste então: “there’s a party in my head/ and no one’s invited”. O ano era 2010. Kevin Parker, ou seja, Tame Impala, a surgir de rompante como guru de uma nova, luxuriante vaga psicadélica em glorioso lo-fi de alta-fidelidade. Solitude is bliss, cantava, e seguíamos todos juntos o homem solitário. Depois, chegou o álbum de Elephant, ainda as guitarras e um psicadelismo tratado com precisão de relojoeiro — chamava-se Lonerism (2012).Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.










