O PS apoia Seguro, mas estão à vontade para não votar nele
O PS casou-se este fim-de-semana com António José Seguro — mas apenas por dever, conveniência e posição social. Não houve repique de sinos, nem pétalas atiradas aos noivos. O entusiasmo foi semelhante ao daquelas protagonistas de romances do século XIX que são arrastadas para o altar por insistência da família, após desesperarem durante 400 páginas por um conde Vronsky que nunca mais chega. Entre atirar-se para debaixo do comboio e casar com António José, o PS escolheu Seguro, mantendo-se inseguro até ao fim.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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