SAÚDE E BEM ESTAR

Autor finalista do Prêmio Jabuti explica ciência por trás da felicidade

Gustavo Arns (Reprodução/Divulgação)

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Em sua estreia no mercado literário, Gustavo Arns, 40 anos, é finalista da 67ª edição do Prêmio Jabuti, na categoria Saúde e Bem-Estar, com o livro Ser feliz: É possível? Um diálogo entre ciência e espiritualidade, escrito em parceria com Monja Coen. Especialista em ciência da felicidade e psicologia positiva, Gustavo é idealizador do Congresso Internacional da Felicidade, evento que chega à 8ª edição nos dias 8 e 9 de novembro, em Curitiba. Em conversa com a coluna GENTE, ele explicou a principal lição da obra e como é possível ser feliz.
“O livro traça diversos paralelos, porque existe muita convergência entre o que nós temos de estudos mais modernos na ciência da felicidade, que tem como pilar importante a neurociência, e o que tradições ancestrais espirituais milenares, como o budismo, já afirmam há tanto tempo. E a pergunta do título – ser feliz é possível? – é respondida tanto pela ciência quanto pela espiritualidade de que sim, ser feliz é possível. A ciência nos ensina hoje que a felicidade é uma habilidade, isso quer dizer que ela pode ser aprendida, praticada, cultivada, desenvolvida. Todos nós somos capazes de sermos mais felizes. Como organizador do Congresso Internacional de Felicidade conheci Monja Coen, que é palestrante do evento já há alguns anos. Em uma dessas vezes, estava conversando com ela sobre alguns estudos da Ciência da Felicidade e ela dizia que o Budismo tinha ensinamentos similares e fomos percebendo esses alinhamentos. Um dia, conversei com a editora Papiros, Sete Mares, e sugeri essa obra. Eles gostaram e assim foi”.

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